Colunistas

  • Jogo

    Não existe melhor momento para reviver velhos hábitos do que uma quarentena. Até porque é mais que necessário diversificar as coisas que fazemos para não enlouquecer. Por isso, voltei a jogar um jogo de simulação da vida real muito famoso, que costumava fazê-lo ainda quando criança. No jogo, você cria personagens e decidi o que…

  • Os novos polos do poder

    As crises não se esgotam em tempo marcado. Constituem um fenômeno que perpassa a linha do tempo. Como a água corrente, que descobre as entrâncias e reentrâncias das rochas até encontrar o mar, as crises fluem ao correr das circunstâncias, gerando efeitos maiores ou menores, abrindo rumos, redefinindo caminhos. A crise sanitária, provocada pela pandemia…

  • O plano

    O plano não era esse. Mas o plano mudou. Era para ser assim, assado. Mas não será mais. Queria de tal maneira, mas será de outra. E tudo bem: as coisas mudam. Quando saem do jeito que a gente imaginava? Raramente. O incontrolável recebe esse nome justamente por ser aquilo que a gente não pode…

  • Estojo

    Uso o mesmo estojo faz quatro anos. Ele já foi limpo, cheio. Hoje tem marcas. Lembro do primeiro dia, ele leve, vazio. Gostei da cor, um verde que combinava com o forro da mochila, que combinava com a capa do caderno. Claro, quase neon. Se foi a mochila, se foi o caderno, o estojo continua….

  • Azul

    Existe uma série de perguntas que a gente responde tantas vezes durante a vida, que até esquecemos o porquê de darmos a resposta que damos. Para qual time torcemos, de que tipo de música gostamos, qual é a nossa cor preferida… Para a primeira, sempre respondi times aleatórios porque, afinal de contas, nunca tive interesse…

  • Em breve

    Será que o ano já começou? Para muitos pode até ser que sim, mas para mim, aparentemente, não. Aulas, trabalho, rotina, é claro que todos já voltaram à normalidade. Mas a série de eventos acontecidos até agora impede aquele sentimento de que as coisas estão andando e vêm à tona. Entre carnavais e pandemias, onde…

  • Quebra-cabeça

    Estou montando um quebra-cabeça durante a quarentena. Isso me consome mais tempo do que imaginei. São 500 peças, que formam a imagem de algum ponto turístico na Rússia. O último quebra-cabeça que lembro ter montado devia ter umas 20 peças. Não era nada grande, mas mesmo assim me senti glorioso por superar o desafio. Colei…

  • O “novo normal”

    Nesses tempos de medo e depressão, chovem platitudes e truísmos, na esteira de profetas, videntes e assemelhados que se multiplicam por  todos os quadrantes: “depois da pandemia, o mundo será mais solidário”, “veremos avanços nas áreas das ciências”, “os países serão menos globalistas e mais protecionistas”, etc. A ciência política não escapa da inexorável tarefa…