Somos milhares

O Correio Juquery, ao findar o ano de 2024, transformou-se, literalmente, em um jornal de milhares. De leitores. Os recordes são batidos há cinco anos consecutivos e, hoje, mensalmente, são mais de 52 mil acessos em seu site, além de 7 mil leitores do jornal impresso (3 mil na versão em papel e 4 mil na versão impressa via WhatsApp, semanalmente).

Os números foram confirmados pelo Google Analytics, cujos dados de dezembro mostraram 5.317 cliques via computador, 14.317 via dispositivo móvel (celular) e, embora em menor número, também via tablet. Foram 56 mil impressões só pela busca do google.

Em se tratando de um jornal de cidade média, são números superlativos que demonstram a credibilidade de seu jornalismo, em diferentes plataformas, e comprovam seu alcance e engajamento.

Protagonista na implantação do jornal digital na cidade, que com o passar do tempo se expandiu para a região, todo o Estado, o País e hoje chega a inúmeras Nações, elevou significativamente a produção jornalística, com aumento de 75% no volume de reportagens produzidas, sempre tendo como norte o exercício de um jornalismo livre, independente, plural, crítico e apartidário, com foco na defesa intransigente de sua linha editorial. É o jornalismo mais influente da região.

Além de preservar a tradição, o Correio Juquery também busca novas ferramentas para alcançar um número ainda maior de leitores. Em fevereiro, estará no ar o Instagram do jornal, um avanço em direção ao futuro, ao qual serão incorporados novos elementos digitais.

Com uma equipe unida, disposta a levar a melhor informação e contar a história da cidade, o objetivo é estar atento às constantes mudanças.

Produzido com seriedade e compromisso com o leitor, este semanário tem aumentado não só a sua audiência, mas conquistado um público cada vez mais interessado no noticiário de forma geral, principalmente naquele que escreve a história de todo o mundo, afinal, nosso mundo é Mairiporã.

Essa é a nossa missão, cujos esforços agora chegam a muitos milhares de pessoas.

 

 

 

Posts similares

  • Conta que não fecha

    Instituir auxílio emergencial por todo o País se tornou quase que obrigação. Mesmo diante de uma economia quebrada, com poucos sinais de recuperação a médio prazo, a grita para que o governo ajude famílias sem condições de sustentabilidade é geral. E com razão, afinal, todos os seres humanos precisam, no mínimo, comer. Como implementar um…

  • No país do faz de conta

    Política no Brasil virou sinônimo de tudo o que não presta. E se uma análise mais pormenorizada for feita, constatar-se-a que é verdade. Os políticos, em sua maioria, transformaram todo o processo de escolha dos representantes do povo em um jogo onde vale tudo, principalmente mentir, enganar, subornar, aliciar, subverter, corromper, mas só uma coisa…

  • O jogo político começa

    A partir do dia 3 de abril o Brasil entra definitivamente no cenário eleitoral, depois da retomada da rotina institucional após o Carnaval. A pausa festiva tradicionalmente desacelera repartições públicas e parte da atividade econômica, mas há algo que nunca entra em recesso: a política. Com o calendário estabelecido pelo TSE, inicia-se, na prática, o…

  • O legado do governo Aladim

    No início dos anos 1990 o único hospital da cidade, o Nossa Senhora do Desterro, inaugurado na década de 1940, dava sinais claros de que não possuía mais estrutura física nem equipamentos condizentes para seguir atendendo a população que não tem outra opção que não seja a saúde pública. Pequenas reformas, troca de nome, ufanismo…

  • O VEM que não vem

    O ‘presente de grego’ que a administração Aiacyda e sua tropa de choque na Câmara deixaram para o sucessor tem dado dores de cabeça intensa, porém está levando a população ao desespero. Estamos falando do transporte coletivo em Mairiporã, que assumiu emergencialmente em agosto do ano passado e descumpre o contrato que assinou. Falta de…

  • 60 dias

    Em se tratando de notícias do Governo Federal, seja ela de qualquer origem, é bom fazer uso daquilo que o apóstolo Tomé preconizava: “é melhor ver, para crer”. A notícia de que os preços dos alimentos, há meses nas alturas, devem baixar nos próximos 60 dias, é uma dessas informações que carece de ver primeiro,…