Mercado de trabalho local tem resultado positivo em junho, segundo o Caged

O Ministério do Trabalho e Emprego divulgou nesta quinta-feira (27), os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) referentes ao mês de junho na geração de emprego formal, que fecha o primeiro semestre. O Caged serve como instrumento para o controle e a organização do mercado de trabalho brasileiro.

O resultado mostra que a economia de Mairiporã registrou saldo positivo de 129 postos criados em junho, recuperando as perdas dos meses anteriores. O saldo é a diferença entre 603 demissões e 732 contratações.

De janeiro a junho, Mairiporã acumula mais admissões do que desligamentos (positivo em 66 postos de trabalho) e nos últimos doze meses, também com mais contratações (saldo de 125 empregos).

Comércio – O principal empregador em junho foi o Comércio, que gerou 51 vagas, resultado de 195 admissões e 144 demissões. Serviços (foto) aparece em seguida, com 40 postos criados (299-259), a Indústria com 36 (210-174), a Construção Civil, 3 vagas abertas (28-25) e o único setor com saldo negativo, a Agropecuária, com 1 desligamento (0-1).

Estoques – Mairiporã contabiliza, com os números de junho, 14.614 trabalhadores com carteira assinada: 5.692 no setor de Serviços, 4.676 na Indústria, 3.738 no Comércio, 481 na Construção Civil e 17 na Agropecuária.

Segundo o Caged, o salário médio de admissão em junho teve ligeiro aumento em relação a maio: R$ 2.015.04 ante R$ 2.002,57, respectivamente. Os homens continuam com vencimentos médios maiores, R$ 2.094,06, enquanto as mulheres recebem R$ 1.889,17. Os setores da Indústria e Construção Civil são os que pagam melhores salários.

Os dados servem como instrumento de controle e organização do mercado de trabalho. Com ele é possível monitorar a geração de empregos e elaborar políticas públicas para fomentar o desenvolvimento econômico e social. É utilizado também pelo Programa Seguro-Desemprego, que permite conferir os dados referentes aos vínculos trabalhistas, além de outros programas sociais.

Os números divulgados pelo Caged são coletados das empresas junto ao setor privado com carteira assinada. (Salvador José/CJ – Foto: Fernando Frazão/ABR)