Coluna do Correio

FRASE

“Um povo corrompido não pode tolerar um governo que não seja corrupto”. (Marquês de Maricá, escritor, filósofo e político brasileiro)

INVESTIMENTOS (I)

O prefeito Aladim, segundo reportagem desta edição, investiu 2,3% a mais em Saúde do que prevê a legislação federal. Em quatro meses foram destinados 17,30% das receitas com impostos. Está cumprindo o que prometeu durante a campanha, ou seja, priorizar a saúde e outros programas sociais. A previsão é que até o final do ano sejam gastos R$ 60 milhões nessa área.

INVESTIMENTOS (II)

O prefeito também está arcando com a parte maior dos custos de manutenção do Hospital Anjo Gabriel. E ainda tem conseguido emendas parlamentares para investir em mudanças necessárias no Hospital e Maternidade Mairiporã.

APARECEU (I)

Um dos mais entusiasmados vereadores a lutar pela troca da empresa que presta serviço de transporte urbano na cidade, vereador Marcinho da Serra, que à época (agosto de 2020) foi locutor e cinegrafista de um vídeo dando boas-vindas à nova empresa, ao lado de outros vereadores que formavam na tropa de choque do prefeito Aiacyda, nunca mais tocou no assunto quando a nova empresa começou a ter problemas com veículos, empregados, a não cumprir horários, suprimir linhas, enfim, todo o abecedário possível de um serviço mal e porcamente feito.

APARECEU (II)

Passados nove meses (tempo de um parto), o vereador Marcinho da Serra reapareceu na sessão de terça-feira (1º de junho de 2021), e através de requerimento (40/2021) solicitou informações do responsável pela empresa Vem Mairiporã (que segundo os passageiros não vem nem por decreto) para prestar esclarecimentos sobre a péssima qualidade do serviço apresentado.

APARECEU (III)

Por onde andou sua Excelência nesses nove meses? Os problemas datam desde o final do ano passado. Só tomou conhecimento agora? No citado vídeo cantou em prosa e verso que a cidade estaria mais bem servida com a nova empresa, e deu no que deu. Ou o vereador se furtou a dizer por que a mudança não deu certo, e sabia disso, pois fixou-se tarifa menor do que vinha sendo praticada, dentre outros incontáveis problemas, em ano eleitoral é bom frisar, ou esse requerimento, passados tantos meses, é um tapa na cara da sociedade mairiporanense.

CONSÓRCIO

Importante e oportuna a iniciativa dos cinco prefeitos da região em criar um consórcio que leve às populações de Mairiporã, Franco da Rocha, Francisco Morato, Caieiras e Cajamar, a oportunidade de realizar exames de ressonância magnética, endoscopia e colonoscopia no hospital Albano Franca da Rocha, em Franco da Rocha, através do SUS. Raras são as cidades que possuem na saúde pública equipamento para exames de ressonância.

QUE FIM LEVOU? (I)

Por falar em consórcio, que fim levou aquele que reuniu municípios brasileiros para comprar vacinas contra a Covid-19, lançado com muito barulho e que levou prefeitos a aprovarem leis específicas nas câmaras municipais, autorizando essa modalidade de gasto? Simplesmente desapareceu do noticiário. Não se teve conhecimento de que alguma prefeitura tivesse adquirido doses da vacina através dele. Pelo visto, muito barulho por nada. Mairiporã foi uma das milhares de cidades a aderir ao tal consórcio.

QUEM FIM LEVOU? (II)

A movimentação começou através da Frente Nacional de Prefeitos, em 5 de março, ou seja, há 90 dias, e nada mais foi informado. Naquela data, 1.703 prefeituras haviam aderido à proposta. Como quase sempre, neste País, gestos oportunistas em momentos de dificuldades.

TURISMO & VIAGENS

A Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo é o novo nome da pasta, anunciado durante encontro do Governador João Doria com os prefeitos dos 140 Municípios de Interesse Turístico (MITs) do Estado. A mudança visa chamar a atenção para a importância do setor na economia, desenvolvimento regional e geração de emprego. “Ao incorporar Viagens ao já tradicional Secretaria de Turismo, São Paulo reconhece, chama a atenção e demonstra a importância de um setor que é fundamental em diversas economias mundiais”, lembra Vinicius Lummertz, secretário. “Em São Paulo, em 2019, foram R$ 222 bilhões de faturamento, representando 9,3% do Produto Interno Bruto (PIB) paulista e, o mais importante, uma forte capacidade de geração de empregos, que será fundamental depois desse amargo período de pandemia”.