No mundo de oportunidades e de mudanças constantes é preciso ter coragem de escolher o certo e ter a intuição empreendedora de perceber antes dos outros para agir rápido. Necessário traçar bem os objetivos e olhar muito adiante, pois assim, se não der tudo tão certo, mesmo assim a distância percorrida terá sido grande. Quem pensa grande naturalmente está perto do sucesso, pois enxerga o ponto onde está e sabe onde quer chegar. Otimismo é bom, mas o entusiasmo é que vai nos alavancar para fazer dar certo. Perdedores jogam só para competir. Líderes jogam para ganhar e são competitivos até nas pequenas coisas.
A tônica das relações precisa ser sempre a verdade, de forma que através dela a gente perceba os verdadeiros parceiros. Os que te colocam novamente nos trilhos. A subserviência encanta muitos poderosos que se esquecem que o mundo gira e no final das contas, quando tudo passa, restam somente uns poucos soldados. Quem se cerca de amizade e não cria distâncias, atrai prosperidade, pois fabrica um círculo virtuoso: o das relações de grande prazo.
O peso da palavra tem ficado tanto no esquecimento. Para cada pessoa representamos algo diferente. Para cada situação até mesmo um vocabulário diferenciado se faz necessário, mas é preciso recordar que a omissão ou a palavra colocada de modo irresponsável pode tanto destruir alguém ou conduzir a um caminho favorável e de ânimo.
A desculpa pelas derrotas já está na ponta da língua. Então é preciso pensar e buscar as vitórias. O início do fim de qualquer profissional começa quando a gente se acha melhor que os outros. Meritocracia com segurança garante conquistas. O talento somado a motivação provoca resultados virtuosos. Reconhecimento também é financeiro, mas o elogio e o reconhecimento também são grandes combustíveis. Errar de vez em quando leva ao crescimento. Duro conversar com quem só acerta. Você conhece pessoas assim?
Ando tentando me reinventar e me atualizar. Pensar para além do lugar comum para ver se enxergo sem me acomodar. Os fins são pequenos começos e o crescimento vem no limite. Eu adoraria que minha mãe me telefonasse hoje para perguntar se vou passar lá. Queria estacionar e abrir o portão para subir a rampa e enfim ver os vasos de plantas, o quintal lavadinho e o cheiro das panelas borbulhando do preparo da comida feita.
Como não é possível, sigo em frente nessa busca pelo novo. Que este não seja mais do mesmo, mas que represente a mudança que constantemente eu e você precisamos para que a vida seja atual e o sucesso seja uma certeza.
Luís Alberto de Moraes – @luis.alb – Autor do livro “Costurando o Tempo – dos Caminhos que Passei”