Números de agosto aproximam cidade de 1.000 empregos formais criados este ano

OS NOVOS números do mercado formal de trabalho (com carteira assinada) divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, revelam que Mairiporã fechou o mês de agosto com saldo positivo na geração de empregos. Na soma desde janeiro, o total se aproxima de 1.000 (934) postos de trabalho abertos.

Em agosto foram 110 novos empregos, resultado de 600 contratações e 490 demissões. A Indústria de Transformação destoou dos demais setores, com resultado negativo em 9 vagas. Também a Construção Civil mais desligou do que contratou (-6).

Em compensação, Serviços apresentou saldo de 75 postos, enquanto o Comércio colaborou com mais 50 para que o resultado final do mês tivesse viés de alta. A Agropecuária ‘zerou’.

Setores – No cômputo de oito meses (janeiro a agosto), o resultado de 934 novos empregos formais criados (4.307 contratados menos 3.373 desligados) está assim dividido: 546 (Serviços); 299 (Comércio); 84 (Indústria de Transformação) e negativos em Construção Civil (-7) e Agropecuária (-2).

Junho continua sendo o único mês com saldo negativo, afetado pelas restrições devido ao momento ainda mais crítico em relação à pandemia. Naquele mês foram fechados 145 postos de trabalho.

Estoque – O município contabiliza, até agosto, 14.275 trabalhadores com carteira assinada, assim distribuídos: Serviços (5.925), Indústria de Transformação (4.383), Comércio (3.625), Construção Civil (318) e Agropecuária (24), ou seja, 13,8% do total de habitantes.

Legenda: A Indústria de Transformação teve resultado ruim em agosto, com mais demissões

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