Mortalidade infantil se manteve no município, segundo a Fundação Seade

A taxa de mortalidade infantil se manteve no mesmo patamar em 2021, na cidade, no comparativo com o mesmo período de 2020, passando de 9,59 para 9,62 óbitos a cada mil nascidos vivos. O levantamento é da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), que divulga os dados a cada dois anos, e aponta 10 óbitos infantis de menores de 1 ano de idade e 1.040 nascidos vivos, também em 2021.

O Seade também apontou as principais causas de óbitos infantis em 2021, a cada mil nascidos vivos em Mairiporã: 5 morreram por doenças perinatais, que são transmitidas durante a gestação; 1 criança a cada mil não resistiu à má-formação congênita, enquanto 4 foram a óbito pós-neonatal (doenças do aparelho respiratório ou doenças infecciosas e parasitárias e desnutrição).

Estado – A taxa em Mairiporã ficou abaixo da taxa do Estado, de 9,75 óbitos de menores de um ano a cada mil nascidos vivos, retomando tendência decrescente observada neste século, após período de relativa estabilidade. Nos últimos vinte anos essa taxa reduziu em 42%.

O risco diminuiu em todos os componentes da mortalidade infantil, sendo que o neonatal precoce (0 a 6 dias) representa a maior proporção dos óbitos infantis (51% do total). Pela primeira vez a taxa em todo o Estado paulista alcançou patamar de um dígito.

As principais causas da mortalidade infantil englobam algumas afecções originadas no período perinatal, má-formação congênita, doenças infecciosas e parasitárias e doenças do aparelho respiratório, que, em conjunto, concentraram 88,3% dos óbitos em 2021. (Lúcia Helena/CJ – Divulgação)

 

TAXA DE MORTALIDADE

INFANTIL EM MAIRIPORÃ

 

Ano    Taxa   (%)

2017  09,60 —

2018  14,11 (+68,0)

2019  10,67 (-22,2)

2020  09,59 (-11,2)

2021  09,62 (+0,3%)