Escolas privadas fora de locais de votação devem ter aulas normais
As escolas particulares do Estado de São Paulo que não são utilizadas como locais de votação devem manter o calendário de aulas normalmente. No entanto, elas têm autonomia para definir se na semana da eleição, vão ou não interromper as atividades.
Diferente da rede pública ou de instituições que funcionam como zonas eleitorais e precisam interromper as atividades para a preparação e a realização do pleito, a rede privada define sua própria programação, cabendo a cada colégio confirmar com os pais e responsáveis se haverá expediente regular nos dias que antecedem a votação.
Nas unidades escolares definidas como sessões eleitorais, as aulas estão suspensas nos dias 2 e 23 de outubro (ambos sexta-feira), datas de realização do primeiro e segundo turnos.
A reposição de horas-aula na rede de ensino pública deve seguir as diretrizes da Secretaria de Estado de Educação. Nas instituições privadas que tiverem as aulas suspensas, a reposição fica a critério de cada instituição de ensino. (Salvador José/CJ)