A volta às aulas nas redes municipal, estadual e particular está próxima, e deve ocorrer na primeira semana de fevereiro. Esse retorno leva os pais a se preparar para o ano letivo de 2026, para a compra de material escolar, que há muitos anos se constitui num dos principais gastos do período e exige atenção para as regras previstas em lei e as possibilidades de economia.
O Procon de São Paulo tem alertado para o fato de que as escolas não podem incluir, nas listas de materiais, itens de uso coletivo, como produtos de limpeza, higiene ou destinados à manutenção da instituição. Também é proibida a cobrança de valores para custear despesas básicas, como água, energia elétrica e telefone.
Também é destacado pelo órgão a liberdade de escolha do consumidor. As instituições de ensino não podem exigir marcas específicas nem determinar os estabelecimentos onde pais ou responsáveis devem adquirir os materiais.
Antes de iniciar as compras, a orientação é verificar quais itens do ano anterior ainda podem ser reaproveitados. A reutilização de materiais em bom estado ajuda a reduzir gastos e evita compras desnecessárias.
Outra recomendação é realizar pesquisa de preços, pois um mesmo produto pode apresentar variação significativa de valor entre lojas, e a comparação prévia pode resultar em economia. A compra coletiva é outra alternativa, já que alguns estabelecimentos oferecem descontos para grandes volumes.
Para evitar gastos extras, o Procon orienta ainda que, sempre que possível, crianças e adolescentes não acompanhem os responsáveis às compras. Materiais com personagens e marcas licenciadas costumam ter preços mais elevados e podem encarecer o orçamento. (Da Redação – Foto: Arquivo/ABR)