O NÚMERO de casos confirmados de dengue em Mairiporã, segundo dados obtidos pela reportagem junto à Secretaria Municipal de Saúde, foram 18, dos quais 4 autóctones e 14 importados, mas a boa notícia é que não houve registro de óbitos pela doença. No total foram notificados 611 casos, porém 541 acabaram descartados.
Embora o número não seja expressivo, a Vigilância Epidemiológica de Mairiporã alerta a população para que evite a formação de criadouros do mosquito Aedes aegypti, o propagador da dengue.
Bairros – De acordo com os registros da Vigilância em Saúde de Mairiporã, dos casos confirmados, 4 foram no bairro da Vila Machado, 4 na Terra Preta, 1 nas localidades Jardim Samambaia, Roseira, Canjica, Hortolândia, Jardim Leonor, Chácara Arantes, Centro da cidade, Corumbá, Gleba I e Itaim.
A maioria dos casos foi de importados, oriundos das cidades de São Sebastião, São Paulo, Guarujá, Cajamar, Águas de Lindoia, Francisco Morato, Várzea Paulista, Capital, Ubatuba, Bertioga (todas no Estado de São Paulo), Muriaé (Minas Gerais) e Curitiba (Paraná), além de um caso de procedência indeterminada.
Ações – A Secretaria Municipal da Saúde tem ampliado as ações de prevenção contra a dengue, pois o verão é o período do ano que acelera o ciclo de reprodução do mosquito, devido ao aumento das temperaturas e chuvas.
“As condições climáticas dos meses mais quentes são favoráveis ao desenvolvimento do Aedes aegypti e, consequentemente, ao aumento do número de casos das arboviroses urbanas na cidade”, disse Raphael de Souza, titular da pasta da Saúde.
Ainda de acordo com o secretário, permanentemente são realizadas ações de combate, com intenso trabalho de campo, que visa fortalecer a infraestrutura preventiva e a segurança da população.
Para 2024, a Secretaria da Saúde vai ampliar a capacitação dos agentes e a investigação dos locais mais propícios à proliferação do mosquito.
A recomendação para eliminar criadouros do Aedes aegypti, englobam a eliminação de pratos de plantas, ou utilizar um prato justo que não permita o acúmulo de água; descartar pneus usados contatando a Prefeitura para retirá-los dos locais impróprios; retirar objetos que acumulem água em quintais, potes e garrafas; verificar possíveis vazamentos em qualquer fonte de água; tampar ralos; manter vaso sanitário sempre fechado; identificar sinais de umidade em calhas e lajes e a presença de organismos vivos em águas de piscinas ou fontes ornamentais.
Legenda:
Ações da Vigilância Epidemiológica da Prefeitura tem contribuído para o número diminuto de casos de dengue
Crédito:
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