Pesquisa da Apas aponta que pescados ficarão até 2,5% mais caros na Semana Santa

O CARNAVAL ainda nem chegou mas pesquisa realizada e divulgada pela Associação Paulista de Supermercados (Apas) revela que os pescados podem ficar até 2,5% mais caros durante a Semana Santa, que este ano vai de 5 a 11 de abril. O percentual, no entanto, está dentro da média histórica do período.
De acordo com a Apas, o cação, pode ter o preço reajuste entre 1,5% e 1,9%, a merluza até 0,5% e o camarão, proibitivo para a maioria das pessoas, pode ficar até 1,9% mais caro.
Economistas destacam que a compra antecipada é uma opção de garantir melhor preço, pois durante a Semana Santa os preços ficam ‘salgados’, mesmo com algumas promoções.
A Apas aponta ainda que por se tratar de produto sazonal e importado, os supermercados avaliam até onde podem ir em relação aos descontos, pois precisa garantir que não haverá perdas.
Carnes – Depois de aumentos estratosféricos no final do ano passado, em janeiro as carnes bovinas tiveram queda, em média, de 5,32% nos preços, mas alguns cortes registram deflação maior, como patinho (-10,8%), filé mignon (-8,9%), coxão duro (-8,7%), contrafilé (-7,8%), fraldinha (-6,9%) e coxão mole (-6,5%).
Segundo a Associação, o motivo da queda para o consumidor está relacionado ao preço da arroba, que caiu de R$ 231 para R$ 193.
Segundo o Índice de Preços dos Supermercados, calculado pela Apas e pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe),, janeiro registrou inflação de 0,73% – menor que a apurada no mesmo mês do ano passado (0,98%), quando o setor fechou com inflação em 5,73% – em dezembro, o índice foi de 2,41%.
Usadas como substitutas da carne bovina por muitos brasileiros, a carne suína registrou aumento de 2,34% em janeiro, desacelerando em relação aos 5,4% e 15% em novembro e dezembro, respectivamente. No caso das aves, o preço subiu 1,98% em janeiro ante 6% e 8,53% dos dois últimos meses de 2019.

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