Mairiporã tem R$ 2,35 bilhões de potencial de consumo, diz IPC

O CONSUMO de Mairiporã tem potencial para movimentar R$ 2,35 bilhões neste ano, segundo o levantamento IPC Maps 2019. No ranking, ocupa a 90ª colocação no Estado de São Paulo e 310ª no nacional.
O valor representa um crescimento de 3,98% ante o potencial de consumo verificado no mesmo período do ano passado, de R$ 2,26 bilhões. Segundo o IPC Maps, embora Mairiporã tenha melhorado duas posições no ranking estadual, perdeu 4 posições no nacional e o crescimento é inferior se comparado aos demais municípios da região, à frente apenas de Cajamar R$ 1,77 bilhão) que ocupa a 110ª posição no Estado e 386º em nível nacional. Ainda assim Mairiporã tem potencial de crescimento, como também deverá impulsionar o PIB (Produto Interno Bruto).
Ainda no ‘Top 100’ do Estado, aparecem Francisco Morato, com potencial de consumo de R$ 3,20 bilhões (64º entre as cidades paulistas e 214º em nível nacional), Franco da Rocha com R$ 3,18 bilhões (66º no Estado e 217º nacional) e Caieiras com R$ 2,63 bilhões, a 80ª posição no Estado e 267ª nacional.
No geral, os cinco municípios da região registraram tem potencial de R$ 13,13 bilhões, com aumento na expectativa de potencial de consumo neste ano comparado ao ano passado.
“Nosso estudo é usado por grandes empresas, para fins de planejamento, seja para expansão de suas unidades, via franchising ou unidades próprias, e também para fins de planejamento comercial, com objetivo de definir as metas adequadas”, disse Marcos Pazzini, responsável pelo IPC Maps.
Mairiporã – Diferentemente da maioria das cidades, em Mairiporã é a classe B a que mais vai consumir na cidade, com R$ 871 milhões, seguida da classe C, com R$ 839 milhões, classe A, com R$ 282 milhões e as classes D/E com R$ 193 milhões.
Do total previsto, os mairiporanenses vão gastar R$ 617 milhões com a manutenção do lar. Alimentação no domicílio aparece em segundo lugar, com R$ 241 milhões.
A expectativa de consumo para o País, neste ano, é de R$ 4,7 trilhões, com o consumo das famílias responsável por 64,8%.

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