O clima da Copa reflete nos álbuns de figurinhas

AGLOMERAÇÕES em bancas de jornal, praças, hora do recreio nas escolas, todos esses locais têm sido usados por colecionadores do novo álbum da Copa do Mundo, que se tornou ‘febre’ em todas as cidades, e em Mairiporã não é diferente.
A prática de se colecionar figurinhas, que antigamente se chamavam cromos, não é nova. Especialmente os de Copa do Mundo. E esse hábito antigo, longe de desaparecer, permanece vivo, especialmente por conta das crianças e adolescentes. E alguns marmanjos também.
Quando se reúnem para trocar figurinhas ou mesmo ‘jogar o bafo’ (brincadeira em que um maço de figurinhas é colocado de cabeça para baixo em uma mesa e, um por vez, tenta desvirá-las para ficar com elas). Essa reunião é a mais democrática possível, não há regulamento e todos são bem vindos.
As principais bancas da cidade têm registrado movimento acima da média em relação ao mês anterior. Segundo os proprietários, isso trouxe alento a esse tipo de comércio, que enfrentar dificuldades há um bom tempo e faz com que crianças e jovens esqueçam por um momento o uso viciante do celular.
O Brasil é o maior colecionador do álbum da Copa do Mundo da Rússia 2018, segundo seu editor, a Panini. Para completá-lo são necessárias 682 figurinhas e até o próximo final de semana serão produzidos 40 milhões de adesivos por dia. A tiragem inicial foi de 7 milhões de álbuns.

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