Abril começou com aumentos para o consumidor

EQUILIBRAR o orçamento doméstico não é mais tarefa para simples mortais. Do jeito que a situação está requer conhecimentos sobre economia, pois os aumentos de serviços e produtos não permitem folga ao bolso do cidadão.
O mês de abril começou com aumento na tarifa da energia elétrica, segundo o Governo por falta de chuva nas represas utilizadas pelas usinas hidrelétricas.
Os remédios também ficaram mais caros, com reajustes em três níveis: 1,36% e 4,76%.
Segundo o Sindusfarma, sindicato da indústria farmacêutica, o reajuste de preços fixado será aplicado em 19 mil medicamentos disponíveis no mercado varejista.
Carne – Mesmo com a denúncia sobre a qualidade da carne vendida no País e até mesmo no exterior, o preço da carne subiu em São Paulo, pois o governo voltou a cobrar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
Com essa decisão o consumidor passou a pagar entre 6% e 6,5% a mais pelo produto, que já registrava queda nas vendas.
Segundo os órgãos que representam os frigoríficos, não há como evitar que o impacto do reajuste chegue ao consumidor, por mais que supermercados e açougues trabalhem com margens menores de lucro.
Proprietários de casas de carne localizadas no centro da cidade foram unânimes em afirmar que tentam segurar os preços para não perder clientes, mas que os resultados só serão sentidos quando fechar o mês de abril.
Diante da elevação de preços os consumidores buscam alternativas, como diminuir a quantidade do produto e pesquisar preços.

Fonte: correiodopovo

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